Portanto, creio que agora, a esta altura deste texto, esteja alcançando meu objetivo, em alertar aqueles que se auto denominam poderosos ou acham que pessoas que conhecem e manipulam Poderes Divinos são detentoras dos mesmos.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Os Poderes Divinos e a Magia- Por André Cozta
Portanto, creio que agora, a esta altura deste texto, esteja alcançando meu objetivo, em alertar aqueles que se auto denominam poderosos ou acham que pessoas que conhecem e manipulam Poderes Divinos são detentoras dos mesmos.
domingo, 20 de maio de 2012
Verbo Amar, Conjugue-o Corretamente
segunda-feira, 14 de maio de 2012
PENSANDO UMBANDA- Por André Cozta
Abaixo, reproduzimos o texto da primeira aula (aula-palestra) do Curso de Teologia de Umbanda Sagrada que estamos ministradno no Rio de Janeiro.
Ainda há vagas e, ao final do texto, colocamos nossos contatos para os interessados...
sábado, 7 de abril de 2012
ENTRE A RESSURREIÇÃO E O CHOCOLATE- Por André Cozta

Há um fundamento no Cristianismo para o Domingo de Páscoa, a ressurreição do Mestre Jesus Cristo.
Fundamento forte, na minha opinião, o suficiente para provocar naqueles que seguem as religiões cristãs, uma reflexão que faça o ser voltar-se para o seu íntimo, avaliando-se e reavaliando suas atitudes e pensamentos desde o Domingo de Páscoa anterior.
Porém, nesta nossa sociedade mercantilista, não poderia o ser humano ter dado outro jeito, que não fosse o de comercializar até esta data tão importante para a fé cristã ocidental.
E criou, para competir com a fé cristã, o Coelhinho da Páscoa. Um símbolo mercantil, tipicamente capitalista, que representa a intenção do comércio nesta data, ou seja, vender chocolates, ovos de páscoa, bombons e similares.
Então, para aqueles que refletem na Sexta-Feira Santa acerca do desencarne de Cristo (falo isto, por que, infelizmente, há alguns que devoram um bom peixe no almoço e se esquecem do fundamento desta tradição religiosa), devem, segundo a orientação das religiões cristãs, celebrar a ressurreição do Mestre Jesus Cristo no domingo de páscoa.
Ato que simboliza, caro leitor, nada mais, nada menos, do que a renovação da vida.
Na minha análise de religioso não cristão, ou seja, daquele que vê esta tradição de fora (quando me defino “não cristão”, refiro-me às tradições das religiões e do Cristianismo como movimento, pois, respeito e tenho o Mestre Jesus como o maior líder espiritual humano de todos os tempos), o Domingo de Páscoa deveria ser visto por todos, cristãos e não cristãos, como um símbolo de renovação da vida. Por que, em verdade, é isto o que a ressurreição simboliza: renovação da vida.
O ser humano “ressuscita” para uma nova vida, em um novo plano ou dimensão, quando parte deste nosso mundo, deixando a vida na carne.
Jesus Cristo, o símbolo máximo da Fé (o primeiro sentido da Vida) em nosso planeta, trouxe a sua mensagem de Fé e Amor (para quem não sabe, ele é um manifestador destes, os dois primeiros sentidos da Vida) para que toda a humanidade absorvesse estes sentimentos.
Jesus Cristo, um manifestador natural destes dois sentidos, trouxe o Amor ao planeta Terra. Esta é a melhor tradução da “salvação” trazida por ele, tão cantada e decantada pelos cristãos ao longo dos séculos.
Mestre Jesus, manifestador da Fé e do Amor, filho do Sagrado Pai Oxalá e da Sagrada Mâe Oxum.
O maior líder espiritual humano, o governador da Terra. Todos os líderes espirituais cultuados em nosso planeta respondem à ele na hierarquia humana da Fé.
Mas ele é o Pai Oxalá? O Pai Oxalá é ele? O Pai Oxalá é um nome africano que damos para ele na Umbanda?
Jesus Cristo está na hierarquia do Sagrado Pai Oxalá, Orixá Maior no Sentido da Fé, ou, melhor dizendo, Divino Trono Maior da Fé.
Os 7 Sentidos da Vida seguem esta ordem:
1- Fé
2- Amor
3- Conhecimento
4- Justiça
5- Lei
6- Evolução
7- Geração
A Fé, o 1º Sentido da Vida, é regida pelo Orixá Maior Oxalá, que forma, a partir do alto, suas hierarquias naturais e humanas.
A sua hierarquia espiritual humana é pontificada pelo Senhor Jesus Cristo que, portanto, é um Oxalá intermediário.
Então, o sincretismo deve ser entendido como um fenômeno cultural humano, usado no nosso país, especialmente na Umbanda, para a identificação (muitas vezes indireta e intuitiva) de que este Orixá Maior Humano é pontificador em nossa religião (para nós, os humanos), do primeiro sentido da vida, o da Fé.
Com isto entendido (eu espero), podemos refletir acerca da renovação da vida na Páscoa, simbolizada pela ressurreição deste Senhor Orixá.
Mas torna-se um pouco difícil, quando a cabeça das pessoas está voltada para a mídia e por ela conduzida muitas vezes, infelizmente.
Então, achei prudente refletirmos, também, a partir de outro símbolo desta data: o chocolate.
Comer, além de uma necessidade física, é, inegavelmente, um dos prazeres humanos.
O paladar nos proporciona sensações inigualáveis.
Percebo nos chocólatras, em especial, este prazer muito aguçado e aflorado.
Ora, se tudo na vida tem algo de positivo, então, retiremos deste prazer este lado bom e o interpretemos.
Falei anteriormente, quando me referia ao lado religioso da tradição pascoalina, em renovação da vida.
Saborear um belo prato, um bom vinho ou, até mesmo, um chocolate não dá ao ser esta sensação de renovação?
Fica a pergunta para a sua reflexão ,caro leitor, por que, eu, tenho esta nítida sensação quando saboreio um alimento ou uma bebida especial para o meu paladar.
Sendo assim, encerro este artigo propondo aos chocólatras, que só conseguem ver este fundamento na tradição da Páscoa, que pensem na renovação das suas almas, das suas vidas.
A cada chocolate saboreado, neste domingo, lembrem-se que, houve um homem que veio uma vez, em determinado momento à Terra, trazer esta mensagem, a mensagem da renovação da vida, da fé e do amor, que devem ser constantes e nunca saírem de nossas “pautas” pessoais.
Seja orando para Jesus Cristo ou saboreando um bom chocolate, desejo que você renove-se para a vida, pois, Deus, nosso Criador e Pai Maior, quer que nos renovemos constantemente. Só assim a Criação D’Ele se renovará.
Fé e Amor, emanados por Jesus Cristo, é o que desejo para todos.
Feliz Páscoa!
sexta-feira, 2 de março de 2012
A MANIFESTAÇÃO DOS DONS MEDIÚNICOS NA UMBANDA- Por André Cozta

Que a mediunidade é tão antiga quanto a humanidade, todos sabemos.
As manifestações de dons mediúnicos, ocorrem, invariavelmente, pelos quatro cantos deste nosso amado planeta, fazendo parte sempre do nosso cotidiano ou, ao menos, próximo a nós, por intermédio de alguém que conhecemos.
Podemos criticar, podemos até querer usufruir deste dom (seja nosso ou de terceiros). Mas, como todas aquelas coisas que são corriqueiras no nosso dia a dia, acabamos não parando para pensar sobre as causas e as consequências deste tipo de manifestação. Por que ela existe? Para quê serve?
Adentrando no universo umbandista, que é a “parte que nos cabe neste latifúndio”, sempre percebemos nos terreiros da nossa religião que, qualquer pessoa que por lá chegue manifestando sua mediunidade é lançada para os médiuns e é, literalmente, sacudida.
Faz-se de tudo para que ela incorpore, receba, manifeste seus Orixás e guias espirituais.
É verdade que a Umbanda acolhe a todos aqueles que são discriminados em outras religiões, quando manifestam seus dons mediúnicos (principalmente da incorporação, que é, sem dúvida, o mais comum às pessoas), recebendo-os, confortando-os e criando (sempre dentro das possibilidades da casa em questão) as condições necessárias para que aquele médium manifeste esta sua faculdade e a desenvolva plenamente.
Porém, se por um lado, nossa amada Umbanda abre as portas, sem preconceitos, para as manifestações mediúnicas daqueles que a procuram (ao contrário de outras religiões que, ou não aceitam nenhum tipo de manifestação deste tipo, ou, de modo segregador, acabam por classificar certas manifestações como de espíritos atrasados), por outro, há uma “cartilha umbandista” que determina a todos que a um terreiro adentrem, que manifestem seus dons mediúnicos através da incorporação.
Proponho uma reflexão: Imagine se você, que procura um centro de Umbanda, na busca de paz espiritual, de auxílio mesmo neste sentido, chegasse em um ambiente onde há, ao mesmo tempo, alguns médiuns incorporados com seus guias espirituais, outro médium atendendo através de manifestação psicofônica sem incorporação (ou seja, um espírito guia falando ao seu ouvido ou mental), um outro médium trabalhando com terapia de cura (sem incorporação) e um outro médium atendendo casos de desobsessão. Você não sentiria mais firmeza nesta casa, do que simplesmente se lá chegasse e tivesse de escolher um guia espiritual para consultar?
Reflita sobre isto!
Muitos irmãos umbandistas me criticarão, dizendo que não é assim que a Umbanda funciona, que estou querendo inventar, misturar.
Pois, digo: não quero inventar nada! Apenas, penso que tudo no mundo deve andar para a frente. E com a nossa religião não deve ser diferente.
Vamos pensar sobre esta questão, afinal, o médium deve manifestar sua mediunidade através do canal por onde ela flui melhor.
Sendo assim, não teremos nos terreiros, tantos médiuns travados com seus guias, levando anos para adquirir uma mínima evolução mediúnica.
Deixo aqui meu abraço fraterno a todos os irmãos e irmãs!
Saravá Umbanda Sagrada!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
A DEMOCRACIA NA CRIAÇÃO - Por André Cozta

Porém, aqui no micro (vida terrena), nossas reproduções do Macro (interior de Deus), têm sido cada vez mais distorcidas e cavernosas.
Um bom exemplo disso é a forma como Deus é visto pela maioria das pessoas, ainda, em pleno século XXI, influenciadas, invariavelmente, pelas religiões vigentes e dominantes (ou, dominadoras, se quisermos ser mais claros).
Trazem estas religiões mentalistas às pessoas, uma “imagem” distorcida de um Deus totalitário, punidor e que deve ser temido.
Ora, meus irmãos, de uma vez por todas: Deus deve ser amado! E ponto final!
Se, buscamos a paz interior e a plenitude como seres humanos, se buscamos evolução e ascensão, como a todos estes objetivos chegaremos, temendo alguém ou algo? Você pode me esclarecer esta dúvida? Peço isso, por que, em mais de quatro décadas de vida, ainda não consegui compreender essa incongruência.
De qualquer modo, vamos juntos analisar.
Para as religiões mentalistas (igrejas em geral e todas as religiões que não admitem a Natureza Mãe como uma Manifestação Máxima de Deus Pai), Deus é o Ser maior de toda a criação (neste ponto, todos concordamos).
Sendo Ele a Maior de Todas as inteligências, por que é, simplesmente, a Inteligência Criadora do Todo, parece óbvio que tudo surge a partir D’Ele e N’Ele tudo se realiza.
Então, tudo inicia em Deus e para Deus tudo retorna.
Este é o ponto de concordância.
Porém, precisamos entender que, Deus não é uma Inteligência Maior Totalitária.
As religiões mentalistas, de forma muito competente, ao longo dos tempos, incutiram na cabeça das pessoas que Deus é desta forma e é punidor.
Colocaram uma parede gigantesca atrás dos seus altares, separando Deus dos Seus filhos: os humanos.
Filhos estes que (em alguns casos, é claro!), vivendo na dimensão humana do Planeta Terra (a 22ª das 77 aqui existentes), passaram a crer realmente que este Deus Maior Totalitário e punidor, só pode ser acessado através dos dirigentes destas religiões contidas em templos gigantescos.
E, alimentando sua humana arrogância, também passaram a acreditar que a Natureza foi feita por Deus para servir ao ser humano. Que o Universo foi feito por Deus para servir ao ser humano.
Pois bem, vamos a um fato que precisa ser absorvido por todos: um cão é parte da natureza, um gato é parte da natureza, um galho de arruda é parte da natureza, uma rosa é parte da natureza, a água é parte da natureza, o ser humano é parte da natureza.
Se a Natureza serve ao humano, sustentando sua vida (e isso é verdade), o ser humano precisa, antes que tudo acabe, conscientizar-se de que ele também sustenta a vida na Natureza. E com essa consciência, espero, pare de matar aquilo que também o sustenta.
A relação de sustentação é (ou deveria ser, ao menos) mútua. Porém, infelizmente, não é assim que tem acontecido.
Esqueceram-se, ao longo dos tempos, as religiões mentalistas (enquanto incutiam besteiras e medo na cabeça das pessoas), de ensinar aos seus fiéis, que o verdadeiro amor à Deus é manifestado cuidando da Criação D’Ele, da qual fazemos parte e não gritando sua fé, esbravejando ou, através de uma triste ignorância e de forma preconceituosa, arrasando com qualquer outra forma de fé em Deus.
Portanto, caro leitor, está mais do que na hora de vermos Deus no Todo.
Na árvore, na lagoa, na água que corre pelo chuveiro da sua casa, nas flores e plantas e, também, no seu íntimo.
Manifeste Deus e manifeste-se para Deus desta forma.
Deus, ao contrário do que sempre foi pregado por aí, não é totalitário. Mostrar um Deus assim é mostrar a forma que estes líderes religiosos querem dominar os mentais dos seus fieis, a forma que querem dominar o mundo em que vivemos.
Será que é a Deus que eles estão servindo, realmente?
Poderia dizer aqui que Deus não é totalitário, é democrático. O mais correto é dizer: Deus é a própria democracia.
Usando somente os humanos como exemplo: nos fez a todos diferentes uns dos outros, nos dando sempre a oportunidade de caminhar, evoluir e ascender, por meio das condições que nos foram apresentadas, mas, com nosso livre arbítrio.
Criou-nos por meio dos Seus 7 Poderes Manifestados (Fé, Amor, Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução e Geração). Ou, trocando em miúdos: fez com que O manifestássemos em nossos íntimos, diferentes que somos, cada um, filho de um determinado Orixá, mas, todos, filhos do mesmo Deus.
Deus é único e nos fez, a cada um, único. Sendo assim, não pode esta Inteligência Maior ser totalitária! Deus é, como descrevi anteriormente, a própria Democracia Manifestada.
Então, caro leitor, para encerrar: não aceitemos mais a imposição dos templos mentalistas. Ergamos nossas cabeças e as voltemos aos templos construídos por Deus, ou seja, todos os pontos de forças que compõem a Natureza.
Reflita, olhe para o seu íntimo. Lá, encontrará o Pai!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
MAIS 2 TURMAS DA MAGIA DAS 7 CHAMAS SAGRADAS
Estamos formando mais 2 turmas na Magia do Fogo Divino.


